Jiquiriçá: ” Ex-gestor pode ser autuado por improbidade administrativa”.

22 de jan de 2017

Nesta sexta feira (20), o promotor de justiça Dr. Julimar Barreto cedeu uma entrevista ao  radialista Juraci Santos onde falou sobre as ações que realizará na cidade de Jiquiriçá em relação a interdição Cachoeira dos Prazeres. De acordo com Barreto, ele está substituindo a Promotoria Regional Ambiental do Recôncavo Sul, que abrange toda a região, ressaltando que no caso da problemática da Cachoeira dos Prazeres por causa da falta de normas ambientais e em ralação as barracas no local,  ele disse que a intervenção se deu porque deve haver uma ação em relação da interdição da cachoeira, “pois não é interesse do Ministério Publico manter a Cachoeira interditada. Queremos que ela seja regularizada para que a população possa usufruir daquele patrimônio natural. Deve ter um espaço adequado para o estacionamento dos ônibus e outros veículos, uma praça de alimentação decente, não sobre as pedras o que causa poluição. Deve-se observar a questão da segurança salva vidas para que as pessoas não morram afogadas e a qualidade da água para que não haja um surto de esquistossomose ou outros problemas. Chamei a prefeitura de Jiquiriçá para definir as coisas e para que eles cumpram a decisão do INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos), o órgão que atuou a prefeitura para que faça a demolição das barracas, pois o prefeito anterior não concluiu essa imposição, no que cabe o prefeito atual fazer esse trabalho”, afirmou.


Segundo Julimar, o prefeito anterior pode ser autuado por improbidade administrativa, pois tinha um trabalho a ser feito, mas não fez sem motivo plausível aparente, “recebi o Dr. Leandro, engenheiro sanitarista da cidade que estuda o caso. As pessoas que trabalham nas barracas no local devem se conscientizar, pois as barracas já foram condenadas pelo órgão, a justiça já interditou a área por causa disto, se eles resolvessem o assunto para fazer a demolição de forma espontânea, este problema já poderia estar resolvido e a cachoeira já estaria desinterditada. O prazo de demolição é de 20 dias”, concluiu. Fonte: Voz da Bahia.

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